quinta-feira, janeiro 01, 2009

Juntos, de novo

É, acima de tudo, um acontecimento. Ter de Niro e Al Pacino juntos num filme. A experiência anterior foi com Heat, em 1995, uma obra que ficara muito aquém das expectativas dos admiradores de um e do outro desses dois grandes Senhores do Cinema. Agora, também, com este Righteous Kill, a sensação mais evidente é a de que ficou-se a dever-lhes um script algo mais crível e consistente. Mas, claro, é sempre um prazer ver a naturalidade com que, tanto de Niro como Al Pacino (ambos já com as marcas do tempo que foi passando), continuam a encher o écran. E este tanto já é muito.


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