Já li Pedro Páramo, do grande Juan Rulfo, umas tantas vezes. Sempre em português, é certo. Estou agora a lê-lo na sua língua original. Um daqueles livros de há muito com lugar garantido no meu sacotelo de leituras. Desde o ângulo estritamente estético-literário, encontro em Rulfo aquele “controle da respiração” (desde logo, a palavra cuidadosamente colocada) que garante distinção às obras dos autores bafejados pelo génio. Sábado, Julho 19, 2008
Para Comala, de novo
Já li Pedro Páramo, do grande Juan Rulfo, umas tantas vezes. Sempre em português, é certo. Estou agora a lê-lo na sua língua original. Um daqueles livros de há muito com lugar garantido no meu sacotelo de leituras. Desde o ângulo estritamente estético-literário, encontro em Rulfo aquele “controle da respiração” (desde logo, a palavra cuidadosamente colocada) que garante distinção às obras dos autores bafejados pelo génio.
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